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Perguntas e respostas traduzidas!! (Dom)

Há relativamente pouco tempo foi anunciado que Matt, Dom e Chris iriam responder a algumas perguntas feitas no site dos MUSE e nós traduzimos as respostas do Dom para ti!!

Numa entrevista disseste que adoras cozinhar. Quando foi a última vez que cozinhaste alguma coisa sem ser uma sandes ou um snack? O que foi?

Eu realmente adoro cozinhar e faço-o imenso em casa. A última coisa que fiz foi carne assada há cerca de 3 semanas, antes de fazermos a tour no Reino Unido. Também faço muitos churrascos.

Considerando quantas vezes o Matt atirou uma guitarra na tua direção, algumas vez quiseste atirar algo de volta?

Sempre! Normalmente apenas abuso verbal em vez de baquetas!

Como te sentes com os fãs a pedir constantemente músicas ou a questionar as escolhas da setlist?

É fantástico! O facto de que algumas pessoas se realmente importam com a setlist é fantástico e nós tomamos nota do que as pessoas pedem; depois tentamos tocá-las!

Achas que vocês chegarão ao ponto de fazer concertos de 2,5/3 horas como o Bruce Springsteen e os Foo Fighters?

Eu sinto sempre que duas horas é o máximo para mim. Tanto a ver como a tocar.

Onde guardas os presentes que recebes dos fãs especialmente os que recebes em tour? Qual foi o teu presente favorito?

Eu tenho uma mala no backstage com as minhas roupas que gradualmente se enche com coisas dessas ao longo da tour. No fim da tour analiso tudo e levo para casa as melhores coisas!

O que vos tem impedido de tocar Aftermath e Defector?

Tocámos a Defector recentemente num sound check e foi muito bom. Às vezes os planetas têm de se alinhar para que tudo faça sentido e nós tocarmos algo e também é bom guardar algumas músicas para tocar mais tarde. Acho que um dia vamos tocá-las às duas!

Como o Drones é um álbum que conta uma história, já pensaste em fazer um concerto em que o toquem todo ou então fazer um espétaculo na Broadway que siga a história do protagonista?

Vou assistir ao dos Green Day antes!

Que raridade mais gostas de tocar?

Qualquer coisa do primeiro álbum é uma raridade hoje em dia. Tocámos a Sunburn recentemente e foi bom. Eu quero tocar Glorious e o Matt diz sempre “f***-te”…

Como descreverias os teus fãs?

Fixes como o ca****o.

Alguma vez paraste e pensaste “Aquilo foi uma loucura! Porque é que fizemos aquilo? Em que é que estávamos a pensar?!”

Acho que vamos dizer isso no fim da Drones World Tour! Um alien acrobata a sair de um UFO por cima do público foi insano. Mas era fixe!

Tens alguma recomendação musical para os fãs? O que estás a ouvir agora?

Run the Jewels.

Alguma vez consideraste fazer o áudio ou vídeo dos concertos disponíveis para os fãs fazerem download por um preço?

Sim nós temos pensado e trabalhado nisso há anos. Acho que há algo ligeiramente assustador na espontaneidade de tudo isso e nós só queremos que seja fantástico, que é geralmente o aspeto principal de pressão que nos estamos sempre a aplicar. É difícil fazer com que todos os concertos sejam fantásticos, mas nós tentamos.

Com os discos de vinil a reganhar popularidade parece que o número de fãs que tomam atenção à qualidade do áudio aumenta. Remasters de álbuns clássicos também se tornaram proeminentes recentemente. Ponderando isso, alguma vez consideraste fazer um remaster de algum dos vossos álbuns?

Sim, acho que isso é inevitável porque a tecnologia avança e os formatos evoluem. É bom ver os vinis a ganhar fama, mas a música digital está a chegar a um nível muito alto. Era uma porcaria quando apareceu!

Como é que achas que o teu gosto musical mudou ao longo dos anos?

Isto é algo em que tenho reparado e pensado ao longo dos anos, mas aumentou muito e tenho ouvido mais géneros musicais. Rock costumava ser a única coisa que eu precisava quando era um adolescente, mas agora preciso de muito mais para estar inspirado. Então ouço hiphop, pop, eletrónica, metal ou o que quer que seja bom!

Os fãs parecem adorar concertos mais pequenos. Alguma vez consideraste fazer uma tour em espaços mais pequenos (numa escala maior à da Psycho Tour)?

Sim, a Psycho Tour foi muito boa de fazer. A energia em espaços pequenos é obviamente diferente do que num sítio maior, que nós definitivamente gostamos. Também aprecio o facto de que é mais música em vez de produção, por isso acho que vamos sempre tocar nesses sítios de vez em quando para sentir essas energia.

Quando escreves uma música para um álbum, alguma vez pensaste em explorar géneros específicos, ou deixas o processo da criatividade levar-te aonde tiver que levar?

As músicas levam a sua própria jornada no estúdio e podem mudar radicalmente, às vezes mudar completamente o género. Mas eu diria que quando isso acontece as músicas podem ser inspiradas por certos géneros em vez de tentar serem de um género específico. Se é que isso faz sentido!